Sexta-feira, 10 de maio de 2019

Bom dia,

  1

 

  1

Indicadores de inflação mais comportados. O IPCA de abril foi de 0,57%, 0,18 p.p. abaixo da taxa de março. Essa queda reflete a redução dos preços dos alimentação e de transportes. A variação acumulada no ano é de 2,09%. Os outros índices de inflação, o IPC-Fipe e o IGP-M também apresentaram desaceleração. Com o IPC variando 0,20% na primeira leitura de maio. E o IGP-M registrando taxa de 0,58% na primeira prévia de maio.

 

Bolsas se recuperam nessa sexta. Especialmente na China, o pregão dessa sexta é positivo, com o índice da Bolsa de Shanghai fechando em alta de mais de 3%, mesmo sem grandes novidades no tocante às negociações comerciais, que seguem nessa sexta, em Washington. Os dados do mercado de crédito por lá mostraram que os empréstimos desaceleraram em abril, o que pode ser visto como um sinal de desaquecimento da economia, mas também pode levar a novas medidas de estímulo por parte do governo chinês, o que aparentemente é a visão majoritária por lá, hoje. Nos EUA, no entanto, os futuros das Bolsas de NY apontam para uma abertura no vermelho, com os investidores repercutindo as declarações de Trump de que “não há necessidade de se apressar um acordo” e que as tarifas fazem os EUA “bem mais fortes”.

 

             

 

Suzano (SUZB3) tem trimestre mais pressionado. A companhia optou por desacelerar a produção de celulose, por conta da elevação dos estoques na China, que pressionou o preço da commodity a partir do final do ano passado. Com isso, a receita mostrou queda de dois dígitos tanto na comparação trimestral quanto na anual, com compressão de margens. O custo caixa de produção de celulose subiu principalmente com a menor diluição dos custos fixos, mas também pelo aumento nos gastos com madeira. Ontem, a companhia revisou o guidance de produção para o ano. Ainda vemos a demanda chinesa como fator positivo para a companhia no médio prazo, em que pese a elevação dos estoques por lá que gerou esses números mais pressionados no curto prazo e também as disputas comerciais com os EUA.

Excelente trimestre para a B3 (B3SA3).
As receitas da companhia avançaram 24% na comparação com o 1T18, com destaque para o segmento de ações e instrumentos de renda variável, com elevação de 39,3% no faturamento entre os dois trimestres. A volatilidade na Bolsa foi grande, com as idas e vindas no andamento da reforma da previdência e o cenário internacional bastante conturbado, com a queda de braço entre Trump e os chineses, o Brexit e os temores quanto ao crescimento das economias desenvolvidas. As despesas apresentaram crescimento muito mais moderado, levando a uma melhora de 2 p.p. na margem EBITDA recorrente, que desconsidera os custos com a aquisição da Cetip no 1T18. Com um resultado financeiro mais positivo, o lucro líquido recorrente da B3 saltou 64,3% em um ano. Esperamos reação positiva do mercado, ainda que os números fortes já fossem esperados.

Even (EVEN3) começa a mostrar sua nova cara.
A companhia entregou um resultado com forte evolução na comparação com os trimestres anteriores, com alta de 23% no top line em apenas três meses e 54% na comparação com o 1T18. Além disso, a margem bruta saltou 16,7 p.p. em relação ao 4T18 e o EBITDA voltou para o campo positivo, com margem de 20,1%, bem saudável. Entre os lançamentos do trimestre, destacamos o Fasano Itaim, que está tendo uma performance muito forte de vendas, com margem diferenciada. O foco da companhia nos últimos tempos tem sido em aumentar sua solidez financeira, reduzindo a alavancagem, e melhorar a sua eficiência operacional, otimizando custos e despesas. Agora, com o início de um ciclo positivo para o setor imobiliário, a companhia foca em retomar a rentabilidade, lançando produtos diferenciados (como é o caso do projeto Fasano Itaim, ainda que esse projeto específico seja bem difícil de replicar), usando o banco de terrenos adquirido (via permuta) durante a crise dos últimos anos. Seguimos recomendando a exposição aos papéis da companhia, que estão em nossa carteira recomendada.

Trimestre sólido para a brMalls (BRML3), apesar da elevação no G&A.
A companhia entregou crescimento de 5% na receita líquida contra o 1T18, com destaque para o faturamento no segmento mall & mídia, que compreende a venda de espaços temporários e de publicidade nos shoppings da brMalls, que teve alta de 16,3%. Os custos se mostraram sob controle, especialmente por conta da retração nos custos condominiais, mesmo com a manutenção da taxa de ocupação, pelo fim de alguns contratos onde a companhia arcava com esse tipo de custo, mas o SG&A acabou se elevando bastante, pressionando o EBITDA, que ficou flat na comparação anual. Dessa forma, mesmo com a evolução no top line, esperamos pouco impacto dos números nos papéis da companhia.

Rumo (RUMO3) segue nos trilhos.
A companhia entregou bom crescimento de dois dígitos no top line, com o volume de soja surpreendendo positivamente mesmo em meio a um período de entressafra. A companhia ainda sofreu os efeitos das chuvas, com quedas de barreiras na serra de Santos, ainda assim, conseguiu entregar números sólidos nesse trimestre. Destaque para o ganho de market share do volume de grãos transportado para o Porto de Santos, que atingiu 51% nesses três meses, contra 48% há um ano. A mesma coisa aconteceu no Porto de Paranaguá, onde o volume de grãos transportados pela companhia cresceu 23% contra uma queda de 12% no volume exportado através daquele terminal. Esperamos reação positiva do mercado e seguimos recomendando os papéis da companhia.


Vale (VALE3) começa o ano no vermelho. Os números da mineradora ficaram demasiadamente pressionados neste início de ano, com a tragédia de Brumadinho-MG trazendo impacto financeiro de US$ 4,9 bilhões para o balanço. Quase metade desse valor é referente a provisões para os programas e acordos de compensação, outros 30% diz respeito a provisões para o descomissionamento de barragens. O restante decorre de perdas de volume, despesas diretas e com paradas dentre outros. Com isso, e diante da queda no volume de produção, o EBITDA da companhia foi negativo em US$ 652 milhões, o primeiro EBITDA negativo da história da Vale. O prejuízo foi de US$ 1,6 bilhão, enquanto a dívida líquida subiu quase 25% frente ao 4T18, afetada pela necessidade de captação de recursos e bloqueio de caixa. Em termos operacionais, a menor diluição dos custos fixos impactou o custo de produção unitário de minério de ferro. Em metais básicos, redução de volume e maiores despesas também pressionaram o resultado, a despeito da elevação dos preços no período em análise. Papéis devem ficar pressionados com à divulgação.

Resultado com algumas surpresas da São Carlos (SCAR3). Os números da companhia vieram em linha com o esperado por nós, mas com algumas boas e algumas más notícias. A receita ficou flat na comparação anual, com os reajustes dos contratos compensando a venda do edifício Morumbi Park e a elevação na vacância. No trimestre, foram devolvidos mais de 8 mil m² em dois edifícios da São Carlos, o que levou a vacância financeira da companhia de 12,5% há apenas três meses para 14,7%. A boa notícia é que, ainda assim, a receita líquida de locação apresentou uma leve variação positiva de 0,2%, por conta dos reajustes nos contratos. Considerando a mesma base de ativos, a receita de locação teria apresentado variação de 8,2%, mesmo com as devoluções.

Bom primeiro trimestre da Cyrela (CYRE3).
Como já tinha sido mostrado pela prévia operacional, o 1T19 foi bem mais forte que o 1T18, mas um pouco abaixo do 4T18, período em que a companhia teve números muito fortes em lançamentos e vendas. Nesse trimestre podemos destacar a forte evolução da margem bruta da companhia, tanto na comparação anual quanto na trimestral, mesmo com a elevação da venda de estoque, que poderia pressionar um pouco a margem. Nos últimos quatro trimestres, a companhia tem conseguido manter uma boa velocidade de vendas, sempre vendendo cerca de 50% do volume lançado dentro do próprio trimestre. De tudo o que foi lançado no ano passado, mais de 70% já está vendido. Esperamos reação positiva do mercado à divulgação.

Trimestre complicado para MCMV afeta Tenda (TEND3).
O principal impacto foi na geração de caixa, que caiu 37,8% em três meses e 31,1% em um ano, por conta da menor velocidade de repasses no programa nesse começo de governo Bolsonaro. As margens da incorporadora, no entanto seguiram saudáveis, com a margem bruta próxima do teto do guidance. Como as notícias negativas já vinham sendo antecipadas pelo mercado, não esperamos uma forte reação do mercado aos números.


Resultado da BRF (BRFS3) continua sendo afetado pela venda de ativos. Neste 1T19, a companhia apresentou redução do volume vendido, decorrente das restrições impostas pela Arábia Saudita no início do ano, além da redução de investimentos diretos no varejo e das alterações nos procedimentos para obtenção do Certificado Sanitário Internacional no porto de Itajaí-SC. Ainda assim, o maior preço médio propiciou um aumento de 4,7% na receita líquida, em comparação com o 1T18. O EBITDA veio maior em 9,3%, com expansão de margem, refletindo a maior rentabilidade no mercado Halal e no segmento Brasil, indicando uma melhor execução comercial em ambos os mercados com foco na rentabilização da operação. Entretanto, a companhia apurou forte prejuízo líquido, refletindo essencialmente a baixa dos ativos vendidos.

Estácio (ESTC3) reporta números melhores. A receita líquida consolidada decresceu 0,3% no 1T19, em comparação com 1T18, refletindo a mudança de mix da base de alunos com uma maior concentração de alunos do segmento de ensino a distância e descontos para novos entrantes em meio a um cenário mais desafiador. Importante mencionar que a companhia trabalha com descontos semestrais desde 2018, além da redução da demanda por produtos de financiamento próprio, produtos que beneficiam o ticket médio. O EBITDA permaneceu praticamente estável na mesma base de comparação, com margem vindo melhor dado o maior controle de custos e despesas. Por fim, o lucro líquido aumentou 25,0% e apresentou um ganho de margem de 5,4 p.p. em relação ao mesmo período do ano anterior. O crescimento deve-se a um efeito pontual no 1T18 quando, por questões burocráticas, a companhia não conseguiu renovar a Certidão Negativa de Débitos Fiscais.

Ser (SERR3) anuncia resultado e distribuição de dividendos. A receita líquida do 1T19 foi 4,1% menor em relação ao 1T18, devido principalmente a redução da base de alunos presenciais em 5,8%, parcialmente compensado pelo crescimento da base de alunos de EAD (graduação + pós-graduação) em 52,5%. Essa mudança de mix de base de alunos com maior volume de alunos EAD, levou a uma queda do ticket médio. Já o EBITDA e o lucro líquido do período vieram positivos, com destaque para a margem EBITDA que apresentou forte crescimento encerrando o trimestre em 31,9%, um crescimento de 7,3 p.p. na comparação com o 1T18. Mesmo com a redução da receita líquida no trimestre, a empresa conseguiu otimizar a estrutura de custos e despesas. Além do resultado, a companhia anunciou dividendos no valor por ação de R$ 1,942, a serem pagos até o dia 24 deste mês, com data ex em 15 de maio. O yield desta operação é de 8,45%. A empresa também comunicou que abriu programa para recomprar ações, chegando a 3,2% do total, para posteriormente serem canceladas.

Carrefour (CRFB3) reporta números dentro do esperado. A receita líquida aumentou 8,6% neste 1T19, refletindo o avanço na receita do Atacadão que apresentou alta de 13,6%, já que as vendas na divisão Carrefour apresentaram queda de 0,5%, refletindo o efeito calendário desfavorável com deslocamento da Páscoa. O Banco Carrefour neste período reagiu positivamente com crescimento de 23,4% em seu faturamento na mesma base de comparação. O EBITDA cresceu 16,7% com margem apresentando leve alta, refletindo o maior controle de despesas no período. Por fim, o seu resultado final foi maior neste 1T19 vs o 1T18.

Qualicorp (QUAL3) reporta fraco desempenho. A receita líquida encerrou o 1T19 menor em 2,6% contra o 1T18. O decréscimo se deve a menor base média de beneficiários. O EBITDA ficou estável no período em análise, com margem EBITDA maior em 1,5 p.p. associada a melhora nas perdas com créditos incobráveis, bem como menores gastos com serviços de terceiros. O lucro líquido caiu 5,1% contra o 1T18 por conta do maior volume de amortizações e pior alíquota de impostos, que passou de 37,4% para 39,0% no 1T19. Acreditamos que dado o fraco desempenho reportado neste trimestre suas ações irão performar negativamente.

Varejo melhora parcialmente os números da Marisa (AMAR3). O faturamento total do período apresentou crescimento de 2,7% no 1T19, refletindo a melhora na operação do varejo já que a receita com o serviço financeiro apresentou forte queda.  As vendas das mesmas lojas subiram 7,6%, com receita do varejo aumentando 6%, decorrente a aceitação da coleção com preços mais elevados e ao aumento das vendas pelo e-commerce, se comparado ao 1T18. O EBITDA veio 8,4% melhor se comparado ao mesmo período de 2018, refletindo o aumento do faturamento no varejo  redução das despesas. Por fim, o resultado final da companhia veio melhor, mas continuou reportando prejuízo no período em análise. A parte de varejo da Marisa vem apresentando melhora, no entanto, ainda não esperamos forte recuperação em seus números no curto prazo.

Lojas Americanas (LAME4) tem fraco resultado no 1T19. A receita líquida consolidada apresentou variação negativa de 11,7% em relação ao 1T18, refletindo principalmente o descasamento do evento Páscoa. O EBITDA e seu resultado final também vieram piores por conta do menor faturamento aliado a exclusão da Lei do Bem, além do menor resultado financeiro no período em análise. Com números bem negativos neste 1T19, esperamos reação negativa para suas ações no dia de hoje.

B2W (BTOW3) tem recuperação de margens. Mesmo com o marketplace seguindo com forte crescimento de 52,2% no 1T19 vs 1T18, atingindo 61,2% de participação no volume vendido total, a companhia continua reportando números consolidados aquém do esperado. A receita líquida do período veio 12,1% menor se comparado ao 1T18, por conta dos ajustes, após o término da Lei do Bem, que afeta a venda de produtos de tecnologia. Já as margens viram bem positivas refletindo a redução de custos e despesas por conta da maior participação do marketplace em sua operação. Por fim, a companhia continua reportando prejuízo líquido.

Argentina e Avianca prejudicam os números da CVC (CVCB3). A receita líquida total cresceu 14,1% se comparado ao 1T18, com destaque para o bom desempenho do Brasil, já que a Argentina continua performando negativamente. O EBITDA e o lucro líquido do 1T19 vieram melhores em comparação ao mesmo período de 2018, mesmo com os problemas da Argentina e o reconhecimento das despesas extraordinária decorrente aos reembolsos e reacomodações efetuados no mês de abril, dado os cancelamentos de voos efetuados pela Avianca.  

Camil (CAML3) reporta números regulares. A receita líquida do período veio com crescimento de 19,3% se comparada ao mesmo período da safra anterior, sendo beneficiada pela entrada da operação da SLC Alimentos recém-adquirida, além da melhora no volume vendido para o mercado interno. Já o EBITDA veio mais pressionado, apresentando queda de margem, decorrente do aumento das despesas com frete e com a aquisição da SLC Alimentos. Contudo, o resultado final da companhia veio maior em 29,8% na comparação com o mesmo período da safra anterior, refletindo em grande parte os efeitos não recorrentes do reconhecimento da subvenção de ICMS e créditos de PIS e COFINS gerados pela exclusão do ICMS da base de cálculo. Excluindo os efeitos não recorrentes, o lucro líquido teria um crescimento de 0,38% na mesma base de comparação.

Lucro da Randon (RAPT4) recua. Mesmo diante da alta de 23% na receita líquida, com crescimento em todas as linhas de negócios, a Randon viu seu EBITDA e resultado final recuarem neste início de ano. O aumento das vendas decorre principalmente do avanço na demanda doméstica, já que as exportações seguem enfrentando dificuldades, sobretudo por conta da crise econômica na Argentina e crescimento anêmico na Europa. Já a redução do EBITDA, em boa medida, é explicada por itens pontuais que inflaram o desempenho no 1T18, bem como pela reoneração da folha de pagamento, redução da alíquota do Reintegra e aumento da tabela de fretes, que impactaram as despesas neste trimestre. Expurgando tais efeitos, ao invés da queda anual de quase 16%, o EBITDA da Randon teria avançado 30,2%, com ganho de 0,7 p.p. na margem. De toda forma, a expressiva elevação das despesas financeiras corroeu parte do lucro líquido, levando a uma retração de mais de 26% ante o 1T18. As ações da companhia devem responder de forma negativa à novidade.

Resultado consistente da Sabesp (SBSP3). O avanço anual de 6,5% no número de ligações de água e de 7,5% em esgoto impulsionou o volume faturado do trimestre. Além disso, a receita líquida também foi beneficiada pelo reajuste tarifário, aplicado em meados do ano passado, e pelo início da prestação de serviço no município de Guarulhos. Já os custos foram favorecidos pela reversão de uma provisão e pela menor inadimplência no período, que compensaram a elevação nos dispêndios com materiais, serviços e energia elétrica. Com isso, o EBITDA avançou 10,4% em um ano, com ganho de 2 pontos percentuais na margem. No lucro líquido, a alta foi de 11,5% sobre o 1T18, com o menor impacto da variação cambial sobre as despesas financeiras neste trimestre. Contudo, vislumbramos que a divulgação não deve movimentar os papéis da companhia de forma relevante hoje. O andamento da MP 868/18, que altera o marco regulatório do setor, no plenário da Câmara e as expectativas em torno de uma possível privatização continuam como os principais drivers para as ações SBSP3 no curto prazo.

Forte desempenho da Energisa (ENGI11). Houve melhora expressiva no segmento de distribuição, com crescimento de quase 5% no volume e reajuste tarifário de dois dígitos em nove de suas onze distribuidoras. O faturamento também foi alavancado pela incorporação da Ceron e da Eletroacre. Esses novos negócios, entretanto, trouxe influência negativa para margem e crescimento de EBITDA no período. Expurgando esse efeito o EBITDA teria avançado 24% frente ao 1T18, contra a alta de 15% registrada. O lucro líquido ao invés de ter recuado 9,5% como reportado, teria dobrado em um ano, com a melhora operacional e menor despesa financeira. Os papéis da elétrica devem responder de forma positiva ao balanço.

Mais números ruins da Mills (MILS3).
A receita de locação da companhia seguiu apresentando deterioração. O EBITDA ajustado e a geração de caixa apresentaram algum avanço, mas em um ritmo ainda bem lento. A volta dos investimentos de infraestrutura deve fazer com que os números da Mills retomem uma tendência positiva no médio prazo, mas a alta ociosidade do setor deve manter os preços pressionados por algum tempo ainda, pressionando a rentabilidade.

LPS Brasil (LPSB3) tem mais um trimestre complicado.
Mesmo com a retomada dos lançamentos por parte das incorporadoras, especialmente em SP, a companhia viu o VGV intermediado cair 3% na comparação anual. A tendência segue bem negativa, com as incorporadoras investindo cada vez mais em equipes próprias de vendas. Dessa forma, EBITDA e resultado final da LPS vieram no vermelho. Seguimos não recomendando exposição aos papéis da companhia
.

 

 



Bons negócios