Quarta-feira, 22 de agosto de 2018

 
 

Bom dia,


Corrida eleitoral continuará ditando o tom no mercado. Com agenda bem fraca no dia de hoje, o mercado continuará atento à corrida eleitoral que vem causando certo desconforto. O receio de irmos ao segundo turno sem a presença de um candidato reformista acabada gerando instabilidade no mercado. Foi divulgada a pesquisa do Datafolha que tem abrangência nacional e traz Lula com larga vantagem e, em um cenário sem ele, Bolsonaro com folga na liderança, mas quem mais ganha espaço são Marina Silva e Ciro Gomes, que dobram de intenção de votos. Geraldo Alckmin fica em quarto no cenário com Lula ou sem ele, nesse caso ultrapassado por Ciro.

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Trump segue no radar internacional. Com uma agenda ainda sem indicadores relevantes no radar, os investidores estão à espera da Ata do FOMC, principalmente depois que Trump deu seu pitaco na condução da política monetária, e de notícias do desenrolar da guerra comercial americana, que parece ter esfriado nos últimos dias. As bolsas lá fora estão sem direção muito definida com os investidores repercutindo notícias negativas envolvendo pessoas próximas à campanha presidencial republicana. Por aqui, o cenário político deve manter o clima mais pesado, com pressão no câmbio e na Bolsa.

 


Banrisul (BRSR6) oficializa parceria com Icatu em capitalização. Com a aprovação do Banco Central, da SUSEP e do CADE, o banco gaúcho informou que a parceria anunciada no final do ano passado foi formalizada, criando a Rio Grande Capitalização. As empresas já eram parceiras na Rio Grande Seguros e Previdência. A nova empresa terá exclusividade na comercialização de produtos de capitalização nos canais de distribuição do Banrisul por vinte anos.

Dúvidas na Petrobras (PETR4). A empresa informou que ainda está paralisada a operação de refino em Paulínia, atingida por um incêndio na segunda-feira. Além disso, ontem, o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia afirmou que, caso o leilão do excedente de petróleo do pré-sal na área conhecida como cessão onerosa pode ficar apenas para 2020, caso não aconteça esse ano, por conta da mudança nos prazos de análise do TCU.

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