Quinta-feira, 12 de julho de 2018

 
 

Bom dia,


Varejo ampliado tem forte queda em maio. A greve dos caminhoneiros teve um forte impacto em alguns segmentos do varejo, com destaque para livros, jornais e revistas, além de, claro, combustíveis. Por outro lado, artigos pessoais, alimentos, bebidas e itens de supermercado foram pouco impactados no mês, com pequeno avanço.

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Produção acelera na Zona do Euro. A indústria avançou 1,3% em maio, frente a abril, na série com ajuste sazonal, com melhora em todos os segmentos e destaque para produção de bens de consumo. Em termos de regiões destaque positivo para Suécia, Irlanda e para a Alemanha, enquanto países como Portugal e França apresentaram decréscimo no período.
       
Inflação avança na Alemanha. O índice de preços ao consumidor de junho apresentou alta de 2,1% em um ano e de 0,1% frente a maio. Houve avanço na taxa de variação de todas as classes de despesas, com destaque para a alta nos preços dos combustíveis, de energia e alimentos.

Política e inflação continuam em destaque nos EUA. A divulgação dos preços ao consumidor em junho está entre os destaque da agenda desta quinta-feira, ainda que a perspectiva seja de uma estabilidade no ritmo de avanço, inclusive no núcleo (que elimina itens mais voláteis). O relatório fiscal também fica no radar, enquanto o discurso de representantes do Fed, dessa vez, fica em segundo plano, já que ambos não possuem direito a voto no comitê de política monetária esse ano. Ademais, os investidores ficarão atentos aos próximos passos de Trump, que ontem, na abertura da reunião da Otan, lançou uma nova ofensiva, dessa vez contra a Alemanha e suas relações com a Rússia.
 
Bolsas ficam no positivo. Depois de ficarem pressionadas pela crise comercial entre EUA e China, as bolsas asiáticas e europeias inverteram o sinal, fechando ou começando o dia no campo positivo, mesmo com todas as incertezas quanto às disputas comerciais e as duras criticas de Trump aos demais países da Otan.

 

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Prévia positiva da Gafisa (GFSA3). A companhia lançou três empreendimentos no trimestre no valor total de R$ 399,9 milhões. A Gafisa não abriu como foram as vendas dos lançamentos, apenas que ajudaram a puxar as vendas brutas totais que saltaram 38,3% em três meses e 68,5% em doze meses. Outro ponto positivo foi a manutenção dos distratos em um patamar próximo ao do 1T18, bem abaixo do visto no mesmo período do ano passado. O resultado foram vendas líquidas 172,1% maiores que as do 2T17. Esperamos reação positiva do mercado à divulgação.

Minoritários da CPFL Renováveis (CPRE3) recorrem à CVM. Os acionistas minoritários da elétrica protocolaram na CVM uma carta contestando a nova oferta realizada pela State Grid, no valor de R$ 13,81 por ação. O argumento é que o preço foi recalculado sem ter o IFRS como base e que o atraso tem sido prejudicial, já que a atualização financeira pela Selic não cobre os custos de oportunidade e "não atende às necessidade de liquidez". A State Grid, que a princípio ofereceu R$ 12,20 por ação, e teve que revisar o preço, devido a determinação da CVM, alega que os novos cálculos atendem à exigência da CVM e a regulamentação local. Contudo, diante de mais esse impasse, os papéis da companhia pode ficar pressionados no curto prazo.

Standard & Poor´s eleva rating da Magazine Luiza (MGLU3). A agência de risco elevou o rating da companhia para brAAA, com perspectiva estável, alegando que as perspectivas são boas. A geração de caixa tende a acelerar por conta de diminuição de despesas e crescimento de suas receitas, tanto nas lojas físicas quanto no online.

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